A obra consiste na utilização de diversas técnicas e materiais para expressar uma concepção de momentos da história pessoal e global. Ao longo das últimas décadas, a Tapeçaria como peça artística, impôs-se e inovou-se nos temas e materiais. A sua expressividade ganha relevo por perpetuar uma arte que utiliza técnicas e gestos ancestrais recriando-se e adaptando-se aos novos materiais expandindo-se para revelar olhares muito atuais.
Aqui revelam-se fortemente os elementos da face da terra: o calor – o fogo criador; a água – elemento de união; o vento que desgasta e cria tal como a água, o côncavo e o convexo; e o tempo que decorrendo modela. O Homem é o último elemento modelador e num gesto de compreensão, grava cenas da sua vivência e deste modo o tempo e a humanidade avançam em salto.
Maria Altina Martins
A sua obra está presente nas seguintes colecções institucionais:
Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Sociedade Nacional de belas Artes, Lisboa
Museu Nacional do Teatro, Lisboa
Museu Nacional do Traje, Lisboa
Museu dos Lanifícios, Núcleo da Real Fábrica Veiga, Universidade da Beira Interior, Covilhã
Biblioteca Municipal de Albufeira
Biblioteca, Ecomuseu e Câmara Municipal de Montalegre
Ecomuseu de Vilar de Perdizes, Montalegre
Instituto Politécnico de Castelo Branco, Escola Superior de Artes Aplicadas
Câmara Municipal do Fundão, em Palácio de Alpedrinha e Moagem
Centro Ismaelita de Lisboa
Santuário de Fátima
Teatro O Bando, Palmela
Galeria Leo, Lisboa
Projecto para obra pública, Casa das Tecedeiras em Janeiro de Cima, Câmara Municipal do Fundão
colecções: algumas imagens


infância, adolescência , maturidade
Centro de Arte Moderna Fundação Calouste Gulbenkian



Santuário de Fátima


Museu Nacional do Traje

colecção particular


Centro Ismaelita Lisboa

colecção particular

coleção particular

colecção particular

colecção particular

colecção particular

Centro Politécnico Castelo Branco